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sábado, 28 de novembro de 2009

UM ANO E MEIO




Ontém dia 27 de novembro o João Vitor completou 1 ano e 6 meses,está cada vez mais sapeca,ainda não anda sozinho tem medo,mas se seguro nas mãos dele ele anda por todo canto,até corre,já segura nas coisas para andar,entende tudo que falamos,conhece todos os objetos pelo nome,adora passear,já sabe almoçar fora,adora moto e música,dança qwuando ouve uma !!!É a alegria de nossas vidas!!!!!Parabéns que Deus te abençoe muito .Te amo!!! Notem as fotos do bebê moderno,celular numa mão e navegando na net!!!!KKKKK

terça-feira, 24 de novembro de 2009

GENTE É SIMPLESMENTE LINDO


Há um período em que os pais vão ficando órfãos dos próprios filhos.Vc não acha?
Leia e reflita acerca do assunto


Há um período em que os pais vão ficando órfãos dos próprios filhos.
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É que as crianças crescem.
Independentes de nós, como árvores, tagarelas e pássaros estabanados, elas crescem sem pedir licença.
Crescem como a inflação, independente do governo e da vontade popular.
Entre os estupros dos preços, os disparos dos discursos e o assalto das estações, elas crescem com uma estridência alegre e, às vezes, com alardeada arrogância.
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Mas não crescem todos os dias, de igual maneira; crescem, de repente.
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Um dia se assentam perto de você no terraço e dizem uma frase de tal maturidade que você sente que não pode mais trocar as fraldas daquela criatura.
Onde e como andou crescendo aquela danadinha que você não percebeu? Cadê aquele cheirinho de leite sobre a pele?
Cadê a pazinha de brincar na areia, as festinhas de aniversário com palhaços, amiguinhos e o primeiro uniforme do maternal?
Ela está crescendo num ritual de obediência orgânica e desobediência civil.
E você está agora ali, na porta da discoteca, esperando que ela não apenas cresça, mas apareça.
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Ali estão muitos pais, ao volante, esperando que saiam esfuziantes sobre patins, cabelos soltos sobre as ancas.
Essas são as nossas filhas, em pleno cio, lindas potrancas.
Entre hambúrgueres e refrigerantes nas esquinas, lá estão elas, com o uniforme de sua geração: incômodas mochilas da moda nos ombros ou, então com a suéter amarrada na cintura.
Está quente, a gente diz que vão estragar a suéter, mas não tem jeito, é o emblema da geração.
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Pois ali estamos, depois do primeiro e do segundo casamento, com essa barba de jovem executivo ou intelectual em ascensão, as mães, às vezes, já com a primeira plástica e o casamento recomposto.
Essas são as filhas que conseguimos gerar e amar, apesar dos golpes dos ventos, das colheitas, das notícias e da ditadura das horas.
E elas crescem meio amestradas, vendo como redigimos nossas teses e nos doutoramos nos nossos erros.
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Há um período em que os pais vão ficando órfãos dos próprios filhos.
Longe já vai o momento em que o primeiro mênstruo foi recebido como um impacto de rosas vermelhas.
Não mais as colheremos nas portas das discotecas e festas, quando surgiam entre gírias e canções.
Passou o tempo do balé, da cultura francesa e inglesa. Saíram do banco de trás e passaram para o volante de suas próprias vidas.
Só nos resta dizer “bonne route, bonne route”, como naquela canção francesa narrando a emoção do pai quando a filha oferece o primeiro jantar no apartamento dela.
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Deveríamos ter ido mais vezes à cama delas ao anoitecer para ouvir sua alma respirando conversas e confidências entre os lençóis da infância, e os adolescentes cobertores daquele quarto cheio de colagens, posteres e agendas coloridas de pilô. Não, não as levamos suficientemente ao maldito “drive-in”, ao Tablado para ver “Pluft”, não lhes demos suficientes hambúrgueres e cocas, não lhes compramos todos os sorvetes e roupas merecidas.
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Elas cresceram sem que esgotássemos nelas todo o nosso afeto.
No princípio subiam a serra ou iam à casa de praia entre embrulhos, comidas, engarrafamentos, natais, páscoas, piscinas e amiguinhas.
Sim, havia as brigas dentro do carro, a disputa pela janela, os pedidos de sorvetes e sanduíches infantis.
Depois chegou a idade em que subir para a casa de campo com os pais começou a ser um esforço, um sofrimento, pois era impossível deixar a turma aqui na praia e os primeiros namorados.
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Esse exílio dos pais, esse divórcio dos filhos, vai durar sete anos bíblicos.
Agora é hora de os pais na montanha terem a solidão que queriam, mas, de repente, exalarem contagiosa saudade daquelas pestes.
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O jeito é esperar.
Qualquer hora podem nos dar netos.
O neto é a hora do carinho ocioso e estocado, não exercido nos próprios filhos e que não pode morrer conosco.
Por isso, os avós são tão desmesurados e distribuem tão incontrolável afeição.
Os netos são a última oportunidade de reeditar o nosso afeto.
Por isso, é necessário fazer alguma coisa a mais, antes que elas cresçam.
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Esse texto é de Affonso Romano de Sant'Anna
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Por isso aproveitem todo o tempo do mundo com seus filhinhos,porque eles crescem e muito rápido!!!!Bjs a todos!!

domingo, 15 de novembro de 2009

BODAS DE SEDA


Nesta semana descobri que eu e meu marido fizemos bodas de seda,12 anos de casamento.
Daisypath - Personal pictureDaisypath Anniversary tickers
Obrigada meu Deus por ter colocado uma pessoa tão especial no meu caminho,que me acompanha até hoje,me apoiando e me fazendo feliz,hoje tenho uma família feliz,eu ,Juvenil e João Vitor.

domingo, 8 de novembro de 2009

O NATAL ESTÁ CHEGANDO....

Digital Scrapbooking at WiddlyTinks.com
Scrapbooking Photo Tinks by WiddlyTinks.com

Como o tempo está passando rápido,agora todos os lugares já estão enfeitados para o Natal.Adoro natal,acho tudo muito lindo,as decorações,as festividades e a harmonia entre as pessoas.que venha logo,o Natal de 2009,cheio de paz e tranquilidade para todos nós!!!!!!!