quinta-feira, 21 de janeiro de 2010

ONTEM FOI MEU ANIVERSÀRIO

Ontém foi meu aniversário,estou muito feliz amigos vieram me visitar,não fiz festa,sói fiz um bolo pois sempre aparece alguém!!!Tenho boas notícias a fisioterapeuta disse que o João vitor está bem e que o problema dele é o medo,ele não anda porque tem medo,deve ter caído ela disse.Como ficava com a vbabá pode mesmo ter sido isso.A coluna curvada ela disse que é normal,depois que a criança coomeça a andar a postura endireita e forma a coluna e os pés planos também se modificarão qdo ele começar a andar,qdo a criança começa a andar os pés vão formando a curvatura.então ele nã tem nada!!!!Vai fazer fisio para perder o medo,mas td com brinquedos pra estimulá-lo!!Estou bem tranquilizada!!!Bjs
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sexta-feira, 15 de janeiro de 2010

O DESTINO ME PREGOU MAIS UMA PEÇA

Amigas esta semana foi muito dura!Sabem estou ha muito tempo procurando acertar com uma boa pediatra,mas foi difícil.agora então o joão vitor parou de comer,nunca foi de comer bem mesmo,mas agora não come nda de comida de sal,só mama leite e come bolacha,banana,pão e besteiras.fiquei aflita e decidimos marcar uma consulta com outra pediatra,já que a atual pediatra dele está de férias e só tinha consulta marcada pra dia 27.então marquei com Drª Leni e fomos.meninas olhem minha surpresa,falei a ela que ele não come e que ainda não anda ela ficou perplexa,pois disse que o fato de ele ainda não andar não é bom,então o encaminhou pra um neurologista,por ter nascido prematuro ele deveria ter sido acompanhado pelo neuro desde que saiu do Hospital,mas nenhum pediatra havia me dito isso antes.então fomos ao Neuro,ele confirmou,o joão vitor tem um atraso motor,devido ao seu nascimento prematuro,o médico o encaminhou pra fisioterapia e pra fono,pois também está com atraso na fala,sua coluna está curvada e flacida a fisioterapia vai ajudar mas ele disse que seria melhor se eu o leváse pra fazer equoterapia(que se faz sobre o cavalo).eu fiquei desnorteada,fiquei rodando em circulos sem parar por horas,meio fora do ar,pensando,meu Deus como pode ,eu uma mãe presente que levo meu filho religiosamente as consultas,passar por isso.Agora é lutar e vencer mais esta batalha.O problema do João é que por ele nascer prematuro deixou de desenvolver habilidades que seriam sanadas se ele não tivesse capido nas mãos de uma pediatra salafrária.tirando o fato de não andar,ele é normalíssimo,brinca,é esperto,anda e corre mas temos de segurar sua mãozinha.Meninas torçam por nós,já marquei a fisio e a fono,também exame de ressonancia pra ver se ele não teve sequelas no nascimento,o médico disse que se o exame der tudo certo,já é meio caminho andado!

sexta-feira, 25 de dezembro de 2009

FELIZ NATAL A TODOS!





Desejamos a todos nossos amigos um Natal maravilhosos repleto de paz e harmonia.Passamos a meia noite na casa de nosos amigos alessandra e reginaldo,foi muito bom!

2º NATAL DO JOÃO VITOR









As fotos são do Natal iluminado na nossa cidade de Tremembé, e no Shopping de São José dos Campos.

quinta-feira, 17 de dezembro de 2009

ARIEL DESCANSE EM PAZ


Hoje meu dia amanheceu triste meu gatinho Ariel sumiu,meu intimo diz que ele faleceu,na verdade há anos ele luta contra uma doença rara,o sistema imunológico dele não aceita sua boca e a combate como se fosse um corpo estranho.Foram anos de tratamentos,injeções, grandes melhoras e ele se abatia de novo,depois que tive o João vitor eu acabei me descuidando dele,as vezes passava do dia de lhe dar sua injeção que ele tinha de tomar de 15 em 15 dias para poder se manter bem.Com bebê pequeno quase não temos tempo nem para nós ,é difícil,mas o Ariel sempre se abatia mas logo voltava a saúde normal,desta vez foi fatal,ele foi se abatendo mas ainda comia e foi devagar que ele adoeceu sem que nos pudessemos dar conta,chamei o veterinário pra vê-lo estava anêmico e desidratado,tentei dar soro caseiro ele foi internado e deu uma boa melhora,passou o final de semana bem,comendo bem e bebendo água,até que ontém o veterinário passou novo tratamento,comprei os remédios,mas o senti abatido de novo,acho que o vi ontém a noitinha pela última vez qdo o ofereci sua ração e ele se foi e não mais o vi.Hoje de manhã chamei e ele não veio,sempre vinha correndo qdo eu chamava,não estava tomando solzinho no telhado assim como fazia todas as manhãs.O Chamei o dia todo ,mas meu coração me diz que ele descansou.Sempre que morre um animalzinho meu ,é como se morresse um ente querido,os animais são nossos melhores amigos,é uma amizade pura e incondicional.Lembro do dia que eu o achei na rua e o coloquei em cima dos meus livros e o trouxe pra casa,lhe dei abrigo,carinho,alimento,afeto e um tratamento que ninguém o daria,foi por isso que Deus me colocou na sua vidinha pois sabia que eu cuidaria dele como se fosse um ser humano.Que Deus o tenha no céu dos gatinhos!!!Bjs a todos que dividiram comigo esta minha história que só quem gosta de animais entenderá!!Na foto meu Ariel!

sábado, 28 de novembro de 2009

UM ANO E MEIO




Ontém dia 27 de novembro o João Vitor completou 1 ano e 6 meses,está cada vez mais sapeca,ainda não anda sozinho tem medo,mas se seguro nas mãos dele ele anda por todo canto,até corre,já segura nas coisas para andar,entende tudo que falamos,conhece todos os objetos pelo nome,adora passear,já sabe almoçar fora,adora moto e música,dança qwuando ouve uma !!!É a alegria de nossas vidas!!!!!Parabéns que Deus te abençoe muito .Te amo!!! Notem as fotos do bebê moderno,celular numa mão e navegando na net!!!!KKKKK

terça-feira, 24 de novembro de 2009

GENTE É SIMPLESMENTE LINDO


Há um período em que os pais vão ficando órfãos dos próprios filhos.Vc não acha?
Leia e reflita acerca do assunto


Há um período em que os pais vão ficando órfãos dos próprios filhos.
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É que as crianças crescem.
Independentes de nós, como árvores, tagarelas e pássaros estabanados, elas crescem sem pedir licença.
Crescem como a inflação, independente do governo e da vontade popular.
Entre os estupros dos preços, os disparos dos discursos e o assalto das estações, elas crescem com uma estridência alegre e, às vezes, com alardeada arrogância.
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Mas não crescem todos os dias, de igual maneira; crescem, de repente.
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Um dia se assentam perto de você no terraço e dizem uma frase de tal maturidade que você sente que não pode mais trocar as fraldas daquela criatura.
Onde e como andou crescendo aquela danadinha que você não percebeu? Cadê aquele cheirinho de leite sobre a pele?
Cadê a pazinha de brincar na areia, as festinhas de aniversário com palhaços, amiguinhos e o primeiro uniforme do maternal?
Ela está crescendo num ritual de obediência orgânica e desobediência civil.
E você está agora ali, na porta da discoteca, esperando que ela não apenas cresça, mas apareça.
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Ali estão muitos pais, ao volante, esperando que saiam esfuziantes sobre patins, cabelos soltos sobre as ancas.
Essas são as nossas filhas, em pleno cio, lindas potrancas.
Entre hambúrgueres e refrigerantes nas esquinas, lá estão elas, com o uniforme de sua geração: incômodas mochilas da moda nos ombros ou, então com a suéter amarrada na cintura.
Está quente, a gente diz que vão estragar a suéter, mas não tem jeito, é o emblema da geração.
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Pois ali estamos, depois do primeiro e do segundo casamento, com essa barba de jovem executivo ou intelectual em ascensão, as mães, às vezes, já com a primeira plástica e o casamento recomposto.
Essas são as filhas que conseguimos gerar e amar, apesar dos golpes dos ventos, das colheitas, das notícias e da ditadura das horas.
E elas crescem meio amestradas, vendo como redigimos nossas teses e nos doutoramos nos nossos erros.
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Há um período em que os pais vão ficando órfãos dos próprios filhos.
Longe já vai o momento em que o primeiro mênstruo foi recebido como um impacto de rosas vermelhas.
Não mais as colheremos nas portas das discotecas e festas, quando surgiam entre gírias e canções.
Passou o tempo do balé, da cultura francesa e inglesa. Saíram do banco de trás e passaram para o volante de suas próprias vidas.
Só nos resta dizer “bonne route, bonne route”, como naquela canção francesa narrando a emoção do pai quando a filha oferece o primeiro jantar no apartamento dela.
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Deveríamos ter ido mais vezes à cama delas ao anoitecer para ouvir sua alma respirando conversas e confidências entre os lençóis da infância, e os adolescentes cobertores daquele quarto cheio de colagens, posteres e agendas coloridas de pilô. Não, não as levamos suficientemente ao maldito “drive-in”, ao Tablado para ver “Pluft”, não lhes demos suficientes hambúrgueres e cocas, não lhes compramos todos os sorvetes e roupas merecidas.
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Elas cresceram sem que esgotássemos nelas todo o nosso afeto.
No princípio subiam a serra ou iam à casa de praia entre embrulhos, comidas, engarrafamentos, natais, páscoas, piscinas e amiguinhas.
Sim, havia as brigas dentro do carro, a disputa pela janela, os pedidos de sorvetes e sanduíches infantis.
Depois chegou a idade em que subir para a casa de campo com os pais começou a ser um esforço, um sofrimento, pois era impossível deixar a turma aqui na praia e os primeiros namorados.
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Esse exílio dos pais, esse divórcio dos filhos, vai durar sete anos bíblicos.
Agora é hora de os pais na montanha terem a solidão que queriam, mas, de repente, exalarem contagiosa saudade daquelas pestes.
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O jeito é esperar.
Qualquer hora podem nos dar netos.
O neto é a hora do carinho ocioso e estocado, não exercido nos próprios filhos e que não pode morrer conosco.
Por isso, os avós são tão desmesurados e distribuem tão incontrolável afeição.
Os netos são a última oportunidade de reeditar o nosso afeto.
Por isso, é necessário fazer alguma coisa a mais, antes que elas cresçam.
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Esse texto é de Affonso Romano de Sant'Anna
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Por isso aproveitem todo o tempo do mundo com seus filhinhos,porque eles crescem e muito rápido!!!!Bjs a todos!!